| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Passeriformes |
| Subordem: | Passeri |
| Parvordem: | Passerida |
| Família: | Thraupidae |
| Cabanis, 1847 | |
| Subfamília: | Thraupinae |
| Cabanis, 1847 | |
| Espécie: | S. preciosa |
A saíra-preciosa é um passeriforme da família Thraupidae.
Também é chamada de saíra-de-cara-suja.
Seu nome científico significa: do (Gr.) stilpni → “brilhante” ou “lustroso”, em referência à plumagem dos indivíduos; e preciosus = precioso, preciosa. ⇒ ave brilhante precioso.
O macho é uma das saíras mais coloridas, possuindo a cabeça, o pescoço, o crisso e o dorso marrons claro. Daí vem um de seus nomes comuns: saíra-de-cara-suja. Uropígio e coberteiras da asa creme; garganta, peito e barriga verde-água; rêmiges e retrizes azul claro; bico preto e uma faixa preta que vai do olho ao bico e pernas cinzas. As fêmeas são menos coloridas; só possuem a cabeça marrom claro e o resto do corpo em tons verdes. Jovens e filhotes são pardos com asas e cauda esverdeados. Tanto machos como fêmeas medem 15 cm.
Não possui subespécies.
O que é leucismo?
O leucismo (do grego λευκοσ, leucos, branco) é uma particularidade genética devida a um gene recessivo, que confere a cor branca a animais geralmente escuros.
O leucismo é diferente do albinismo : os animais leucísticos não são mais sensíveis ao sol do que qualquer outro. Pelo contrário, são mesmo ligeiramente mais resistentes, dado que a cor branca possui um albedo elevado, protegendo mais do calor.
O oposto do leucismo é o melanismo.
Alimenta-se principalmente de frutos mas também de artrópodes. Visita comedouros de pássaros com frequência. Aprecia os frutos/sementes da aroeira-do-campo (Schinus lentiscifolius).
Tem em média 2 ninhadas por estação com 3 ovos cada uma.
Vive no interior da mata e suas bordas, sendo comum em matas de araucária e mata atlântica. Vive no dossel da floresta em associação com outras espécies de aves.
Nos meses mais frios do ano aparece em áreas mais abertas e até em áreas urbanas em busca de alimento.
Ocorre nos estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e sul de São Paulo. Também ocorre na Argentina, Paraguai e Uruguai.